ITCMD em Franca, SP

Leitura do evento transmissivo

O ponto de partida do ITCMD é reconhecer qual transmissão está em exame. Doação, falecimento, reserva de usufruto, cessão de direitos e atos anteriores podem produzir perguntas diferentes. Em Franca, a narrativa familiar deve ser separada do que está efetivamente documentado, pois a identificação precisa do evento orienta a seleção dos papéis e impede que uma hipótese seja tratada como fato consumado.

No eixo tributário descrito em “Leitura do evento transmissivo”, a conferência deve conservar origem, data e suporte de cada informação. A classificação entre documento apresentado, informação a obter e questão que depende de leitura técnica permite evitar declarações apoiadas apenas em aproximações. Em Franca, a pesquisa administrativa aplicável precisa ser datada e vinculada ao fato transmissivo efetivamente examinado.

Dossiê dos ativos alcançados

Cada bem pede uma pasta própria: matrícula e certidões para imóveis, contratos e livros para quotas, extratos para aplicações, instrumentos para créditos ou direitos. A reunião ordenada não define imposto nem valor; ela permite visualizar ausências, versões divergentes e dependências de terceiros antes de qualquer preenchimento declaratório.

No eixo tributário descrito em “Dossiê dos ativos alcançados”, a conferência deve conservar origem, data e suporte de cada informação. A classificação entre documento apresentado, informação a obter e questão que depende de leitura técnica permite evitar declarações apoiadas apenas em aproximações. Em Franca, a pesquisa administrativa aplicável precisa ser datada e vinculada ao fato transmissivo efetivamente examinado.

Cronologia da doação ou sucessão

A data juridicamente relevante não deve ser escolhida por conveniência. É necessário confrontar escrituras, registros, certidões, contratos e comunicações disponíveis para montar a sequência dos acontecimentos. Quando um documento não estiver acessível, a lacuna precisa constar como pendência, e não ser suprida por lembrança ou estimativa.

No eixo tributário descrito em “Cronologia da doação ou sucessão”, a conferência deve conservar origem, data e suporte de cada informação. A classificação entre documento apresentado, informação a obter e questão que depende de leitura técnica permite evitar declarações apoiadas apenas em aproximações. Em Franca, a pesquisa administrativa aplicável precisa ser datada e vinculada ao fato transmissivo efetivamente examinado.

Prova de titularidade e origem

A cadeia de titularidade ajuda a distinguir o bem pertencente ao transmitente, o bem compartilhado, o direito condicionado e o ativo que apenas aparece em relatos. Essa verificação inclui origem, mudanças registradas e possíveis gravames. A análise fiscal ganha consistência quando a descrição do patrimônio acompanha prova verificável, sem confundir posse, administração e domínio.

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Critérios fiscais que pedem cautela

Base de cálculo, enquadramento, declaração complementar e exigências administrativas dependem da norma aplicável e do caso concreto. Esta página não informa alíquota, prazo, valor venal ou canal de atendimento. Para qualquer providência relacionada ao ITCMD, dados atuais do Posto Fiscal ou da Secretaria da Fazenda devem ser confirmados: [VERIFICAR].

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Imóveis dentro do acervo declarado

Em relação aos imóveis, matrícula atualizada, endereço cadastral, características do direito transmitido e documentos de aquisição devem ser lidos em conjunto. Referências municipais ou avaliações não podem ser presumidas. A fonte competente, a data de consulta e o documento utilizado precisam ser anotados no dossiê para que a informação declarada seja rastreável.

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Participações e direitos econômicos

Quotas empresariais, dividendos, créditos e participações exigem leitura própria. Contrato social, alterações, demonstrações disponíveis e regras de administração podem revelar direitos ou restrições relevantes. Não basta repetir o nome da empresa: a composição do direito, a data examinada e os elementos que sustentam a informação devem ser identificados.

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Conferência de documentos bancários

Contas, aplicações e outros ativos financeiros devem ser relacionados com seu titular, instituição, data de referência e comprovante disponível. Informações obtidas verbalmente não substituem documentos. A organização evita que saldos de períodos distintos sejam misturados ou que ativos vinculados a obrigações sejam descritos sem contexto.

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Tratamento de pendências informativas

Uma pendência bem registrada contém o que falta, quem pode fornecer, por que o dado é necessário e qual documento poderá confirmá-lo. Esse método é particularmente útil quando há bens antigos, contratos incompletos ou informações distribuídas entre familiares. A prudência documental não é atraso: é condição para uma declaração coerente.

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Declaração e memória de suporte

Antes da entrega de dados, convém confrontar a lista de ativos com os anexos, datas e pessoas indicadas. A memória de suporte deve explicar a origem de cada informação sem criar justificativas inexistentes. Retificações, se necessárias, precisam ser tratadas a partir do material efetivamente obtido e da orientação profissional apropriada.

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Diálogo com a autoridade estadual

Atendimento, formulários e competência administrativa podem mudar ou depender do tipo de solicitação. Não se deve indicar endereço, posto responsável ou prazo apenas por referência genérica à cidade. A consulta oficial aplicável ao momento do caso deve ser preservada junto com os demais documentos: [VERIFICAR].

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Fechamento da trilha tributária

A etapa tributária termina com um arquivo inteligível: fatos separados, bens identificados, fontes reunidas e dúvidas explicitadas. Esse resultado não promete desfecho ou economia fiscal. Ele oferece uma base organizada para que a situação seja examinada segundo a legislação e as particularidades da transmissão.

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Direito Tributário e Sucessório

ITCMD em Franca, SP: fotografia documental urbana

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Rigor técnico, ética e transparência
O trabalho desenvolvido é orientado por critérios de rigor técnico, ética profissional e transparência metodológica, assegurando coerência entre a análise jurídica e as decisões adotadas.

Confidencialidade e compreensão qualificada
A confidencialidade das informações é tratada como pressuposto essencial, assim como a compreensão atenta do contexto pessoal, familiar e patrimonial envolvido, indispensável à adequada compreensão do caso.

Análise técnica preliminar (diagnóstico)
A análise inicial possui caráter técnico e exploratório, voltado à identificação das alternativas jurídicas mais eficazes e eficientes, compatíveis com os objetivos apresentados.

(11) 98851-6933

contato@gustavogodoytax.com

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Av. Brig. Faria Lima, 2894 – CJ 51. Jardim Paulistano, São Paulo - SP. CEP: 01451-000.
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Terça-feira: 09:00 – 19:00.
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Sexta-feira: 09:00 – 19:00.
Sábado: Fechado.

Publicações

Perspectivas

Visão aprofundada sobre preservação de patrimônio, arquitetura sucessória e gestão de ativos globais.

Mestre em Direito Tributário Internacional – Advogado e Contador

Quem Somos

Gustavo Teixeira Godoy atua nas áreas de planejamento patrimonial, sucessório e tributação internacional, com foco na estruturação jurídica de patrimônios familiares e empresariais.

É graduado em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e em Ciências Contábeis pela UNISUL, possui Mestrado em Direito Tributário pela Universidade de Bolonha (Itália) e cursou o Mestrado em Contabilidade da UERJ em 2015. Atualmente, é aluno do MBA em Finanças do IBMEC, no Rio de Janeiro.

Sua trajetória profissional inclui atuação em consultorias globais (Deloitte e PwC), em cargos de gestão, bem como passagem por escritórios de advocacia em Milão e no Rio de Janeiro. Essa formação contribuiu para uma abordagem de trabalho baseada em diagnóstico técnico aprofundado, coordenação entre disciplinas e implementação estruturada das soluções propostas.

Sua atuação é reconhecida por rankings jurídicos internacionais, com destaque para o The Legal 500 na prática de Wealth and Succession Planning, pela Leaders LeagueChambers & Partners – High Net Worth 2026, refletindo experiência na assessoria a famílias de alto patrimônio no Brasil e no exterior.

Reconhecimentos

  • The Legal 500Wealth and Succession Planning – 2022, 2023, 2024, 2025, 2025, 2026.
  • Leaders League – Wealth Management – Firms to Watch – 2025.
  • Chambers & Partners High Net Worth 2026.

Rede Social

Perguntas Frequentes

FAQ

Wealth Planning, Direito Tributário Internacional, Planejamento Sucessório, Holding Familiar, Planejamento Familiar… São muitas questões que podemos te ajudar.

1. O que é planejamento sucessório?
O planejamento sucessório consiste em um conjunto de estratégias jurídico patrimoniais voltadas à organização das regras de transmissão do patrimônio entre gerações, definidas em vida, mas destinadas a produzir efeitos, em regra, no momento da sucessão. Seu objetivo é conferir previsibilidade, segurança jurídica e aderência à vontade dos fundadores, evitando soluções improvisadas no evento morte. Mais do que afastar um inventário oneroso e potencialmente conflituoso, busca preservar o legado familiar, mitigar riscos de disputas entre herdeiros e promover eficiência tributária na sucessão. No âmbito das famílias empresárias, constitui instrumento essencial para assegurar a continuidade dos negócios e a estabilidade das estruturas societárias.

2. Onde encontrar consultorias especializadas em planejamento sucessório?

A complexidade do planejamento sucessório demanda uma atuação que vá além da abordagem jurídica tradicional, exigindo a integração consistente entre Direito de Família, Direito Societário, Direito Tributário e Contabilidade. Trata-se de um campo em que a fragmentação de análises tende a gerar soluções incompletas ou ineficientes.

Com ampla atuação no Rio de Janeiro e São Paulo, Gustavo Godoy assessora famílias no Brasil e no exterior, oferecendo uma abordagem multidisciplinar voltada à organização patrimonial, sucessória e societária. A especialização em Wealth Planning, aliada à vivência profissional internacional — especialmente na Itália e nos Estados Unidos — confere maior densidade técnica às estruturas propostas, ampliando a segurança jurídica e a previsibilidade das decisões sucessórias.

3. Como contratar serviços de planejamento sucessório online?

O trabalho tem início, em regra, com uma reunião presencial ou virtual – a depender da localização do cliente – destinada à compreensão preliminar do patrimônio, da estrutura familiar e dos objetivos sucessórios.

A partir da análise inicial dos ativos e das relações familiares e societárias, é apresentada proposta de honorários para a elaboração do estudo técnico. Todo o processo, desde a formalização contratual até a implementação das estruturas patrimoniais e societárias, é conduzido em permanente diálogo com o cliente, de modo que as recomendações estejam sempre alinhadas aos valores, interesses e objetivos da família.

4. Pontos negativos da holding familiar?

Uma holding familiar pode apresentar desvantagens quando estruturada de forma inadequada, padronizada ou dissociada da realidade patrimonial, operacional e fiscal da família. Modelos genéricos — frequentemente tratados como soluções “de prateleira” — tendem a gerar custos desnecessários e riscos que, não raro, superam os benefícios pretendidos.

Entre os principais pontos de atenção estão os custos recorrentes de manutenção societária e contábil, o aumento da complexidade na gestão cotidiana do patrimônio e os riscos fiscais decorrentes de uma estrutura mal dimensionada. Esse cuidado torna-se ainda mais relevante no atual contexto normativo, marcado pela reforma tributária, pela instituição da CBS e do IBS e pelas alterações introduzidas pela Lei nº 15.270/2025, que impactam diretamente a tributação de receitas, reorganizações societárias e estruturas patrimoniais utilizadas em planejamentos sucessórios.

5. Quais escritórios de advocacia oferecem pacotes completos de planejamento sucessório?
Para patrimônios elevados (acima de R$ 1 milhão), evite “pacotes fechados”. Cada família possui uma dinâmica única e ativos específicos. Escritórios de alta performance, como o do Gustavo Godoy, oferecem soluções integradas (não pacotes) que abrangem testamentos, pactos antenupciais, doações, constituição de holdings e estruturas offshore. O “completo” deve significar “sob medida”, garantindo que nenhuma ponta solta jurídica coloque o patrimônio em risco no futuro.

6. Quanto custa um planejamento familiar?
O custo é proporcional à complexidade da estrutura a ser montada, mas deve ser encarado como um investimento de proteção, não despesa. Para fins de comparação: não fazer o planejamento pode custar à família entre 15% a 40% do patrimônio total em impostos (ITCMD), honorários advocatícios de inventário e custas judiciais, além da desvalorização dos bens travados na justiça. O planejamento custa uma fração desse valor, pagando-se automaticamente pela economia tributária gerada já nos primeiros anos.

7. Qual é o principal objetivo do planejamento tributário?

O objetivo central do planejamento tributário é promover eficiência fiscal por meio da organização racional das atividades, dos investimentos, dos fluxos financeiros e das estruturas patrimoniais e societárias do contribuinte. Mais do que reduzir a carga tributária, trata-se de conferir coerência, previsibilidade e sustentabilidade às decisões econômicas ao longo do tempo.

Nesse contexto, o planejamento tributário pode abranger a estruturação de ativos e rendimentos no Brasil e no exterior, a prevenção de sobreposições tributárias em operações internacionais, o aproveitamento de incentivos previstos em lei e a otimização do fluxo de caixa de empresas e investimentos. Seus efeitos alcançam múltiplas dimensões — empresarial, patrimonial, internacional e, quando pertinente, sucessória — contribuindo para a preservação do capital, a eficiência operacional e a continuidade dos negócios.

8. O que é Wealth Planning?

Muito além da gestão de investimentos financeiros, o Wealth Planning consiste na arquitetura jurídica e tributária de grandes patrimônios. Trata-se de uma abordagem multidisciplinar que integra, de forma coordenada, o planejamento sucessório, a eficiência fiscal — em âmbito nacional e internacional —, a governança familiar e a proteção de ativos em uma estratégia única e coerente.

Enquanto a alocação de recursos é tradicionalmente conduzida pelo mercado financeiro, o Wealth Planning concentra-se no desenho das estruturas jurídicas que irão abrigar esses ativos, tais como holdings, fundos ou trusts. O objetivo é conferir segurança jurídica, previsibilidade e organização ao patrimônio, favorecendo sua preservação ao longo do tempo e sua transmissão às futuras gerações de maneira eficiente, com adequada gestão de riscos tributários e de potenciais conflitos familiares.